1. Conhecendo o Arduino:
O Grok (podcast de tecnologias e informática) realizou uma excelente entrevista com um dos maiores entusiastas/“ativista” de Arduino no Brasil. A entrevista foi feita de forma bem didática, dando informações claras sobre o projeto, objetivos e possibilidades:
Em várias cidades do mundo, acontece um evento que reúne desenvolvedores com objetivos parecidos e que de certa forma utilizam o Arduino como plataforma computacional. O Arduino Day ocorre também aqui no Brasil, sendo Belo Horizonte uma das cidades participantes: https://day.arduino.cc/ Uma ótima oportunidade para conhecer pessoas e fortalecer a comunidade local.
Como dicas da linguagem de programação C, indicamos o livro gratuito que pode ser baixado no seguinte link: https://fiorix.files.wordpress.com/2014/04/o-fantc3a1stico-mundo-da-linguagem-c.pdf
Um outro livro disponibilizado gratuitamente acerca dos microcontroladores AVR's, pode ser encontrado em:
2. Instalação do IDE em distribuições GNU/Linux Debian like:
Os links abaixo exibem o processo de instalação do IDE Arduino em distros GNU/Linux Debian like. Não esqueça que é necessário habilitar a permissão (através do comando chmod, como superusuário – root) para que possa programar o Arduino através de um terminal padrão serial em: $ /dev/tty* (por exemplo o $ /dev/ttyACM0)
3. Compilação e programação através do terminal:
A IDE Arduino não é um ambiente de programação sofisticado e o editor de texto carece de muitos recursos. Para os que estão acostumados ao uso de editores de texto independentes e também gostam de desbravar novas possibilidades, é possível a composição de todo o código fonte de forma modular e desacoplada, bem como a compilação de todo o projeto utilizando o terminal padrão, ao estilo arcano utilizado pela “velha guarda” para desenvolver programas em C/C++ (para conhecimento: processo semelhante existe para outras linguagens, apesar de que devido a onda de desenvolvimento web, muitos tornaram-se reféns e IDE's fanboys.
Embaixo da “casca”, o Arduino IDE utiliza o GCC: avr-as, avr-gcc e/ou avr-g++ para compilação, juntamente com um conjunto de ferramentas auxiliares (GNU Binary Utilities ou binutils – maiores detalhes em: https://en.wikipedia.org/wiki/GNU_Binutils) para o processo de compilação cruzada (o computador desktop compila para uma arquitetura que não é a dele). No caso do Arduino, somente as opções de verificação e gravação são disponibilizadas no IDE, sendo todo o processo “escondido” do utilizador. O usuário só vê algumas mensagens de alertas e erros, não tendo a mínima idéia do que ocorre “por debaixo dos panos”. Para os propósitos iniciais do Arduino o qual pretendia ser uma plataforma de desenvolvimento de sistemas embarcados para makers e designers, não faz muito sentido a verificação de certos detalhes tal como a quantidade de memória de programa e dados utilizadas, gargalos de execução temporal de uma determinada implementação muito específica ou ainda a construção de software embarcado de forma desacoplada e reusável. Assim, é dado somente as opções de verificação e verificação/gravação no menu do Arduino IDE.
4. Compilação e programação através do terminal:
5. Onde consigo comprar Arduino, Shields, sensores e componentes eletrônicos?