Dois robôs (A e B) começarão em suas respectivas bases, em lados opostos do campo. Ao lado de cada base existem áreas de análise, onde será verificado e desarmado o artefato coletado.
As posições dos artefatos são, em princípio, conhecidas. Entretanto, o tipo específico de cada artefato (mina de fragmentação ou explosão, e artefato deteriorado) em cada uma dessas posições é aleatório.
No alto da rampa, estará disposto o elemento mais importante, uma mina antitanque. Ela também deve ser levada para a área de análise. Haverá apenas uma mina desse tipo (bloco azul).
Minas do mesmo tipo podem ter dificuldades diferentes de desarme (bloco/esfera).
O platô da rampa tem aproximadamente 5 cm de altura, alcançável por acessos com inclinação de cerca de 18 graus.
Os blocos/esferas serão de isopor, pintados com tinta guache.
O campo de competição é de formato retangular, com as principais marcações feitas com fita adesiva de 5 cm de largura.
Cada lado do campo possui uma base, a área quadrada delimitada pela fita preta.
Cada base possui, no centro, uma lâmpada de início, localizada no nível do piso do campo. O robô deverá ser capaz de detectar o início da partida quando essa lâmpada for acesa (será apagada em seguida após um intervalo de tempo não específico).
Na parte de trás de cada base, localizada sobre o ressalto, há uma fonte de luz polarizada (descrita a seguir) identificada pela orientação do filtro.
Em ambos os lados de cada base estão as áreas de armazenagem onde os itens devem ser colocados.
Duas fontes de luz com polarizações ortogonais (+45 e -45 graus em relação à vertical) serão colocadas atrás de cada uma das bases.
Quando o lado do campo de jogo é sorteado, os competidores devem calibrar os sensores seus robôs apenas por meio de comandos (botões, “jog-dial”, por exemplo, escolhidos de um menu exibido no LCD do microcontrolador). Não é permitida nenhuma alteração física dos robôs e nem o uso de um computador externo ou controle remoto.