CI Internet/BR
Não pretendemos organizar uma fila de interessados para depois atendê-los por ordem de chegada.
Uma vez ampliado o atual backbone da RNP os potenciais provedores poderão se ligar. Aconselhamos que os interessados a fiquem atentos aos acontecimentos divulgados na mídia, nos procurando sempre que julguem necessário.
A interligação de uma instituição diretamente a um POP do serviço Internet/BR requer alguns alguns requisitos de infra-estrutura, garantindo assim um patamar mínimo na qualidade do serviço prestado. Este requisitos são ([7]):
Para tanto, será preciso a contratação de uma Linha Dedicada de Comunicação de Dados (LPCD) junto à concessionária local de telecomunicações, ligando o provedor de acesso ao POP e a aquisição de um roteador para esta conexão. Recomendamos que a epecificação técnica da LPCD seja aprovada tanto pelo POP quando pela concessionária local de telecomunicações.
A LPCD contratada deverá ser conectada a um roteador compatível com a interface física desta linha e capaz de conversar com o roteador do POP. Portanto a sua especificação deverá ser fruto de entendimentos técnicos com o POP.
Estão definidos os seguintes POPs federais:
Os preços para conexão a um POP estão na tabela
a seguir:
| Velocidade de conexão | Instalação | Assinatura mensal |
|---|---|---|
| 64kbps | R$1.800 | R$1.800 |
| 128kbps | R$2.900 | R$2.900 |
| 256kbps | R$4.600 | R$4.600 |
| 512kbps | R$7.400 | R$7.400 |
| 1Mbps | R$12.000 | R$12.000 |
| 2Mbps | R$22.000 | R$22.000 |
Nestes preços não estão incluidos os custos com a Linha Privada (LP), a ser contratada junto à concessionária de telecomunicações local, impostos e contribuições sociais.
Além dos custos com alguel de telefones, salários, impostos, etc. dois items são peculiares a Provedores de Serviços:
Os valores deste custos não são fixos. O preço do aluguel de uma LPCD varia de concessionária para concessionária de telecomunicações e também em função da distância entre os pontos a serem interligados. O assinatura Internet também dependerá do provedor ao qual você estará conectando o seu provedor.
Conexões UUCP devem ser disponibilizadas por provedores de acesso comerciais. A RNP, através do serviço Internet/BR, não oferecerá o serviço UUCP, apenas conexões dedicadas a provedores. Há Provedores de Acesso que fornecem conexões UUCP.
As regras para o provimento de serviços Internet foram definidas em nota conjunta do MC e do MCT (http://www.cr-df.rnp.br/hipertextos/cr-df/internet.br/nota.html).
As empresas do grupo Telebrás, as instituições do MCT e os POPs do serviço Internet/BR não deverão fornecer acesso a usuário final, i.e., acesso discado. Esta tarefa deverá ser cumprida por Provedores de Acesso.
Sim, é preciso que o provedor tenha um roteador. A existência de um roteador dedicado dará maior estabilidade a sua conexão com o POP. É possível, ainda que desaconselhável, a utilização de uma estação como roteador. Há ainda opções de utilização de placas roteadoras disponíveis no mercado, que, instaladas num PC, funcionam como pequenos roteadores que utilizam apenas a alimentação do micro.
Em qualquer dos casos, é preciso garantir junto ao POP, onde você pretende ligar o seu provedor, quais as características das portas e dos roteadores disponíveis para a sua conexão. Devem ser levados em conta os seguintes parâmetros:
É preciso confirmar com a concessionária de telecomunicações a disponibilidade de uma linha com a velocidade, sincronismo e interface física desejados.
É preciso também confirmar com o fornecedor do seu roteador se o mesmo trabalhará com a interface especificada (velocidade, sincronismo e interface física), se tem o protocolo de enlace desejado e se conversa com o roteador disponível no POP.
Cada cliente que realiza acesso ao provedor na modalidade IP discado (SLIP ou PPP), requer um endereço IP específico. Este endereço pode ser atribuido dinamicamente, ou seja, no momento em que a conexão é realizada através da rede telefônica pública. Assim, caso um provedor possua 100 linhas para conexao de clientes via IP discado, por exemplo, é necessário dispor de 100 endereços IPs para atribuição a qualquer usuário que realize conexão.
Um único conjunto de endereços de rede IP de classe C, normalmente utilizada, permite o atendimento de até 254 clientes simultaneamente.
A questão de bilhetação deverá ser solucionada conforme as condições e infra-estrutura disponíveis em cada provedor e, mesmo, em cada região. Algumas saídas podem ser a contratação do serviço 900 junto a concessionária de telecomunicações da região ou o uso de logs de tempo de utilização de cada linha/usuário fornecidos pelo servidor de comunicação adotado.
Sim, desde que ele permita implementar os serviços Internet desejados pelo provedor, ou seja, suporte a instalação de servidores de e-mail, www, ftp, etc.
Nao é correto traduzir a capacidade de uma conexão em termos de número de usuários. O que importa medir é a ocupação da linha de 64k devido aos vários tipos de serviços e aplicações concorrentes. Aplicações que impliquem em transporte de uma massa grande de dados (transferência de arquivos, imagens ou som/vídeo digitalizado, web) elevam a taxa de ocupação do enlace. Ao contrário, aplicações que transportam pequena quantidade de dados (e-mail típico, emulação de terminal remoto, gopher textual, web textual) não causam grande impacto.
É possível realizar uma aproximaçao grosseira, levando-se em conta alguns valores típicos para estas aplicações (p.ex: e-mail: 5k, ftp binário: 300k, http com imagem: 100k), e desprezando-se o gasto com envelopamento HDLC e TCP/IP, para conexões simultaneas de n usuários através de uma linha 64k. Uma estimativa razoável seria que esta linha de 64K suportasse cerca de 100 usuários simultâneos executando aplicações mistas, o que representa um mínimo inicial para o estabelecimento de um provedor de acesso.
Na realidade, os provedores de acesso na Internet monitoram regularmente a taxa de ocupação de suas conexões a rede, de forma a manter o nível de serviço. No caso de uma linha de 64k se tornar ocupada acima de 80% é conveniente aumentar a velocidade da ligação à rede, ou instalar outro acesso concorrente.
Veja também a seção 4-Perguntas que Interessam a Provedores de Acesso.
Para colocar uma página na WWW é preciso dispor de um servidor Web ligado à Internet. Tal serviço é oferecido pelos Provedores de Informação (PIs). É possível também, para aquelas instituições com ligações dedicadas à Internet, a disponibilização de serviços de infomações, a partir de sua própria rede, como é feito por um PI.
Para montar um PI veja as seguintes publicacoes do CI Internet/BR:
publicações do CI da Internet Brasil.
Orientamos os interessados no serviço netnews, a utilizar como feders do serviço o servidor mais próximo, evitando assim a saturação desnecessária do backbone Internet/BR. Para saber qual o feder mais próximo do seu servidor de netnews consulte o CI da Internet/BR (<helpdesk@ci.rnp.br>).
A disponibilização de bases de dados de interesse público pode ser feita via Internet, sem maiores problemas, diretamente pela instituição interessada em prover o serviço, ou indiretamente, via uma empresa especializada, chamada de Provedor de Informação.
O faturamento pode ser feito mediante a cobrança de uma assinatura e/ou volume de informação acessada pelo cliente, necessitando assim de algum serviço que possibilite o controle de acesso. Outra forma de faturar com a disponibilização de uma base de dados na Internet é utilização de marketing em conjunto com a base de dados, i.e., a obtenção de patrocínios para o seu produto.
Seja qual for a técnica de vendas adotada, o uso da Web é bastante recomendável, por possibilitar o oferecimento de uma interface bastante atraente aos seus clientes a custos reletivamente baixos.
Aos POPs da Internet/BR devem ser conectados PSs com uma linha dedicada de pelo menos 64kbps. Uma instituição que deseje conectar a sua rede ao backbone da Internet/BR via uma linha dedicada de pelo menos 64kbps, estará funcionando como um Provedor de Acesso (PA) aos seus funcionários, ainda que apenas enquanto estiverem trabalhando, ou mesmo como um Provedor de Informação, disponibilizandos produtos e informações via Internet. Sendo assim ela poderá conectar-se a um POP do backbone federal.
Sim, terão. Poderá ser requerido um desconto de 50% no preço da linha de comunicação de dados à concessionária de telecomunicações se a conexão for ser utilizada apenas para fins de ensino e pesquisa.
Para atendimento a clientes via Internet a melhor solução é a ligação de sua instituição a um PA e a montagem de um PI sobre seus produtos. Dois dos serviços de informação da Internet são excenciais para este fim: correio eletrônico e Web.
O correio eletrônico poderá possibilitar o atendimento personalizado a um grande número de clientes, assim como o acesso, por parte dos seus clientes, ao corpo técnico e de marketing da sua empresa.
Um servidor Web possibilitará a divulgação de informações e propaganda dos seus produtos pela Internet.
O envio de propaganda não solicitada pela Internet é uma prática altamente não recomendada. Procure disponibilizar suas propagandas via Web e/ou colocando seu corpo técnico como atuante nos forums de discussões relacionados aos seus produtos.
A Web vem configurando-se como uma nova, crescente e singular mídia para o marketing. Nela o consumidor tem ainda mais poder de controle sobre o meio do que o poder fornecido pelo controle remoto da TV, dada a variedade de opções que ela oferece. Aqui as informações não precisam ser comprimidas em alguns segundos; se despertar interesse, o consumidor poderá passar minutos, ou até horas, visitando o seu site. Outra característica singular do meio é que você precisará atrair, de alguma forma, o seu consumidor para que ele retorne sempre ao seu site. Enfim, trata-se de uma nova e atraente forma de marketing.
A venda de produtos diretamente via Internet tende a crescer à medida em que o uso da rede vai difundindo-se pela sociedade. Se o produto em questão é algo que pode ser transformado em informação eletrônica, como música, texto, programas, imagens e filmes, a rede poderá ser utilizada como meio de transporte do produto. É o que acontece como software shareware hoje, por exemplo, que são adquiritos pela Internet para posterior reembolso dos seus autores. Caso este não seja o caso, a rede pode funcionar com uma mídia singular disponível para o marketing de produtos.
Quando o desejo é o de realizar toda uma transação comercial pela rede, i.e. não só o envio ou marketing de produtos, mas também o recebimento do pagamento, esbarramos na necessidade de utilização de serviços especiais que propiciem o envio de informações confidenciais, como o número de um cartão de crédito, pela rede. Uma alternativa para a transferência de arquivos cifrados que tem alguma confiabilidade é o uso do Preatty Good Privacy (PGP). Veja mais informações sobre o PGP em
A Internet é uma grande coleção de redes (todas rodando TCP/IP) de tal forma que usuários de qualquer uma das redes possam utilizar os serviços providos pelo TCP/IP para alcançar outros usuários ou servidores em outras redes interligadas à Internet.
Um provedor de acesso é um nó da Internet que permite acesso pleno à rede. Um BBS não fornece acesso on-line, oferecendo, além de serviços próprios, apenas serviços não interativos da Internet como e-mail e netnews.
O acesso discado à Internet, será provido, em um regime de livre competição, por empresas denominadas Provedores de Acesso. Procure o Provedor de Acesso (PA) mais conveniente para você.
O acesso dedicado à Internet, será provido, também em regime de livre competição por Provedores de Acesso e pelos POPs do backbone Internet/BR. Estes, apenas para linhas privadas de, pelo menos, 64kbps.
Se o acesso desejado for discado, deverá ser procurado um Provedor de Acesso que forneça tal serviço. Os POPs do serviço Internet/BR não fornecem este serviço.
Se o acesso desejado for via circuito dedicado, deverá ser procurado algum Provedores de Acesso ou Provedores de backbone que forneceça este serviço, e.g., as empresas do grupo Telebrás.
Para ter a interface gráfica são necessário terminais ou computadores com interfaces gráficas. Alguns exemplos são:
você precisará de um cliente WWW, e.g., o NetScape, compilado para o seu computador, e, se estiver usando o Windows, precisará do TCP/IP para Windows, e.g. o Trumpet WinSock.
Existem uma série de ferramentas que facilitam o desenvolvimento de home pages em HTML, são as chamadas ferramentas de autoria. Sugerimos a leitura da publicação Guia de montagem de Informações na Internet/Brasil, código CI-003, do CI Internet/BR.
Essas ferramentas podem ser encontradas na própria Internet, e.g. ftp://ftp.ci.rnp.br, ftp://ftp.ci-ong.rnp.br e ftp://ftp.cr-df.rnp.br.
Listas com provedores de acesso
podem ser encontradas em:
Existe uma grande variedade de opções de software para quem deseja acessar a Internet, incluindo versões comercias, shareware e públicas.
De um modo geral, ao contratar a conexão junto a um Provedor de Acesso Internet, lhe será oferecido o conjunto de programas necessários a sua utilização, bem como a forma correta de realizar a instalação e configuração.
Listas de fornecedores e de ferramentas de acesso à Internet
podem ser encontradas em
:
Sistemas operacionais como o OS/2 Wrap da IBM e o Windows 95 da Microsoft também já possuem a capacidade de acesso discado à Internet.
Um kit com um apanhado de ferramentas públicas e shareware para acesso à Internet pode ser encontrado em ftp://ftp.ci-ong.rnp.br/pub/prgs/kit*.
O serviço RENPAC da EMBRATEL, assim como outras redes de pacotes disponibilizadas por concessionárias regionais, é uma rede pública para comunicação de dados, implementada através de protocolo X.25, cuja tarifação é baseada em assinatura mensal e um adicional por tráfego cursado. Esta é uma rede nacional que interliga computadores diferentes, mas que suportam comunicação baseada neste protocolo. Assim, um acesso à RENPAC permite que uma pessoal ou instituição utilize serviços de outra instituição também ligada à RENPAC em outro ponto do país. A RENPAC, por si só, não oferece serviços a seus assinantes, apenas possibilita a conexão a outros computadores ligados a ela.
A Internet interliga computadores em mais de 150 países, não possui um esquema de tarifação baseado no tráfego cursado, apenas assinatura mensal, e interliga computadores através de protocolo TCP/IP. Os serviços disponíveis na Internet são o seu atrativo, e podem ser utilizados por qualquer pessoa ou instituição a ela conectados.
É possível o acesso à Internet pela RENPAC, via Provedores de Acesso ou de backbone que forneçam este seviço. O uso do TCP/IP sobre o X.25 implicará em um overhead na utilização do canal, i.e., a taxa nominal oferecida pela RENPAC será, na prática, cerca de 25% menor para o usuário TCP/IP.
Existem vários repositórios com informações sobre segurança na Internet. Em especial, sobre implementação e uso de firewalls, existe um grupo de discussão que pode ser acessado da seguinte forma:
Este grupo também publica uma FAQ (frequently asked questions) sobre o assunto em http://www.iwi.com.
Algumas publicações e serviços Internet sobre o assunto estão listadas no Guia do usuário Internet/Brasil ([8]):
Nos EUA, existem provedores de variadas formas e tamanhos. Uma extensa lista contendo seus nomes, equipamentos, serviços oferecidos e taxas cobradas pode ser obtida por correio eletrônico da seguinte forma:
Mande uma mensagem sem subject para: mail-server@bts.com com o seguinte conteúdo get pub nixpub.long
Outro endereço é: info-deli@netcom.com, e o conteúdo da mensagem é send pdial.
Marketing on the Internet: Multimedia Strategies for the World Wide Web. Jill H. Ellsworth & Matthew V. Ellsworth. US$24.95. 432 p. ISBN 0-471-11850-8. 1995. John Wiley & Sons, Inc.
The Internet Business Book. Jill H. Ellsworth & Matthew V. Ellsworth. US$22.95. 376 p. ISBN 0-471-05809-2. 1994. John Wiley & Sons, Inc.
Guerrilla Marketing On-Line: The Entrepreneur's Guide to Earning Profits on the Internet. Jay Conrad Levinson & Charles Rubin. US$12.95. 291 p. ISBN 0-395-72859-2. 1995. Houghton Mifflin Company.
The Business User's Internet Guide. Sam Sternberg. US$34.95. 350 p. ISBN 0-442-01937-8. 1995. Van Nostr & Reinhold.
Online Marketing Handbook: How to Sell, Advertise, Publicize and Promote Your Products and Services on the Information Superhighway. Daniel S. Janal. US$19.95. 300p. ISBN 0-442-02058- 9.1995. Van Nostr & Reinhold.
Doing More Business on the Internet. Mary J. Cronin, Ph.D. US$29.95. 340 p. ISBN 0-442-02047-3. 1995. Van Nostr & Reinhold.
Os preços dos periódicos aqui citados são válidos nos países de circulação. A assinatura internacional é mais cara.
Internet Week
Phillips Business Information, Inc., (800) 777-5006
Assinatura: US$497 por um ano.
Editor: Caesar <mcaesar@phillips.com>
Contato: help.iw@phillips.com.
The Internet Business Journal
Mensal. Strangelove Press, (613) 565-0982.
Assinatura: Institucional US$149.00
Individual US$75.00, por um ano.
Informacoes por correio eletronico com Aneurin Bosley, Editor: editor@strangelove.com.
Internet Business Advantage
Mensal. Wentworth Worldwide Communications, (800) 638-1639.
Preço de capa por um ano: US$99.
Informações por correio eletrônico: info@wentworth.com.
Internet Business News
Mensal. M2 Communications Limited, 20 Heathfield
Road, Coventry Cv58BT, Reino Unido. Tel: +44(0)1203-717417.
Assinatura: 449 libras esterlinas.
Informações por correio eletrônico: ibnsubs@m2comms.demon.co.uk
Os endereços Internet reservados para redes que não estão e não serão conectadas à Internet, pelo menos a curto prazo, são especificados pela RFC 1597 (ftp://ftp.ci.rnp.br/pub/net-info/rfc/rfc1597.txt.Z) são:
| de | a |
|---|---|
| 10.0.0.0 | 10.255.255.255 |
| 172.16.0.0 | 172.31.255.255 |
| 192.168.0.0 | 192.168.255.255 |