Análise de Retenção em Cursos
que têm
Disciplinas Oferecidas pelo
DCC
Profa. Regina Helena Bastos Cabral
Coordenadora de Apoio ao Ensino do DCC na gestão 2000-2002[1]
22 de janeiro de 2003
Índice
3.1 As
Grades Curriculares dos 20 Cursos
3.1.1. Explicitação das Relações de
Pré-requisitos
3.2 Análise do Perfil do Aluno
3.2.1 Concorrência e Pontuação no Vestibular
3.2.2 Desempenho nas Disciplinas de Um Mesmo
Semestre
4. Conclusões e Sugestões de
Encaminhamento
Anexo 1 – Planilhas de Retenção no
Ciclo Básico do ICEx.
Anexo 2 – Gráficos Relativos ao
Vestibular
Anexo 3 – Grades e Desempenho dos
Alunos por Cursos
Engenharia de
Controle de Automação
Engenharia Mecânica
Diurno e Engenharia Mecânica Noturno
Durante a gestão 2000-2002, no
início de cada semestre letivo, a Coordenação Didática do Ciclo Básico do ICEx encaminhou, aos vários departamentos deste Instituto,
planilhas sobre a retenção nas disciplinas do ciclo básico nos últimos
semestres, nos motivando a fazer uma análise mais profunda da questão.
No que segue, são
apresentadas a abordagem adotada neste trabalho, uma análise crítica
sobre as grades curriculares e o desempenho dos alunos dos 20 cursos para os
quais o DCC oferta disciplinas, algumas reflexões e sugestões de
encaminhamento.
Conforme pode ser visto no Anexo 1
– Planilhas de Retenção no Ciclo Básico do ICEx, as
planilhas motivadoras desta análise explicitam, para cada disciplina, o número
de alunos matriculados e o percentual de alunos retidos. Elas são baseadas nos relatórios originais do DRCA/CECOM, mas não consideram a distinção que existe entre
um aluno ser retido por infreqüência
ou por trancamento de matrícula ou por não obtenção da pontuação mínima.
Neste trabalho, optamos por
analisar a retenção considerando não só a distinção entre as suas três formas
de ocorrência mas também o contexto no qual ela ocorre, aqui incluindo a
análise das grades curriculares e o perfil dos alunos dos vários cursos.
Assim, além de usarmos as
planilhas motivadoras desta análise, levantamos dados junto aos colegiados
didáticos, ao CECOM e à
COPEVE, de modo a podermos analisar detalhadamente tanto as grades curriculares
dos vinte cursos em foco quanto o perfil de seus alunos.
Em relação
às grades curriculares buscamos focalizar os seguintes aspectos
inter-relacionados:
·
declaração das relações de pré-requisitos entre as
disciplinas;
·
identificação da necessidade das disciplinas
demandadas ao DCC no curso específico;
·
identificação do "peso" das disciplinas
ofertadas pelo DCC em relação às demais disciplinas do curso, isto é, o quanto uma disciplina segura outras.
Estes dados estão organizados no
formato de diagramas com disciplinas distribuídas em semestres e onde são
explicitadas as relações de pré-requisitos, sempre que definidas na grade
completa original. Nestes diagramas, em geral, incluímos apenas as disciplinas
dos primeiros semestres letivos por serem de maior interesse
a esta análise. Não obstante, inserimos ao final de cada diagrama, comentários
que julgamos esclarecedores.
Para identificar o perfil dos alunos de cada
curso, consideramos os aspectos:
·
concorrência no vestibular;
·
pontuações máxima e mínima obtidas pelos alunos que
entraram no curso;
·
desempenho dos alunos do curso em foco em todas
as disciplinas de um mesmo semestre.
Em relação ao vestibular, organizamos
no formato de gráficos tanto o número de candidatos
por vaga em cada um destes cursos quanto as pontuações máxima e mínima obtidas
pelos concorrentes nas duas etapas do vestibular 2001, todos apresentados no
Anexo 2 – Gráficos Relativos ao Vestibular.
Consolidamos, também no formato de
gráficos, as informações relativas ao desempenho dos alunos em todas as
disciplinas de um mesmo semestre, porém
distinguindo se os alunos foram retidos por infreqüência,
por trancamento de matrícula ou por nota.
Tanto os diagramas relativos às
grades curriculares quanto os gráficos de desempenho dos alunos estão
apresentados por curso no Anexo 3 – Grades e Desempenho dos Alunos por Curso.
Conforme
ressaltado nos diagramas das grades curriculares apresentados nos Anexos 3, em geral, não são definidos os
pré-requisitos para as disciplinas, mesmo para aquelas que obviamente
exigem prévios conhecimentos técnicos.
Acreditamos que isto ocorre por duas razões:
·
Não são definidas, pelo departamento de
origem, as relações de pré-requisitos de suas disciplinas – explicável por a disciplina
em foco aparecer na grade curricular em um período
intermediário ou avançado ao qual o aluno chegará após ter percorrido as
disciplinas que dão o conhecimento técnico necessário.
Embora explicável, esta não explicitação das relações de pré-requisitos
não é justificável e tem, pelo menos, duas conseqüências imediatas: a)
dificulta a automatização de matrícula; b) provoca desinformação e distorções
nas grades de outros cursos.
Por exemplo, conforme ressaltado nos diagramas das grades curriculares
dos vários cursos apresentadas nos Anexos 3, em geral, disciplinas que garantidamente exigem
conhecimento técnico tais como Redes de Computadores e Análise Orientada
a Objetos, dentre outras, constam como optativas nas grades de alguns cursos
sem qualquer exigência de pré-requisitos.
Mais crítica ainda é a opção feita pelo Colegiado de Física que
eliminou toda e qualquer relação de pré-requisito entre as suas disciplinas.
Por exemplo, temos acompanhado as dificuldades e necessidades de adaptação que
vêm sendo necessárias para que os alunos de Engenharia Elétrica cursem paralelamente
as disciplinas Fundamentos de
Mecânica e Cálculo I, sendo que, de
fato, a primeira demanda conhecimentos da
segunda.
·
Não são respeitadas as relações de
pré-requisitos estabelecidas pelo departamento de origem da disciplina –
surpreendentemente, isto ocorre em vários cursos. Somente os colegiados de
curso que adotam esta política poderão explicar porque optaram por ela.
Exemplos
disto estão nas grades dos cursos Engenharia de Controle e Automação,
Engenharia de Produção, Engenharia Química, Matemática Computacional, Física
Diurno e Noturno que, diferentemente do tradicional e confirmado pelo
departamento de Matemática, não explicitam GAAL - Geometria Analítica e Álgebra
Linear, como pré-requisito para Cálculo II.
Nem sempre fica claro quais são os
objetivos dos colegiados ao incluir uma disciplina na grade curricular de seu
curso. Por exemplo, a partir da análise
das versões vigentes das grades curriculares dos 20 (vinte) cursos, chegamos a 9 categorias
de cursos que demandam
disciplinas do DCC, conforme explicitado no que se segue:
Categoria 1: cursos específicos da área
·
Bacharelado em Ciência da Computação
·
Bacharelado em Matemática Computacional (7 disciplinas
obrigatórias oferecidas pelo DCC)
Categoria 2: cursos de engenharia com
tendência a ênfase ou fortalecimento da área computacional (4 disciplinas obrigatórias e um
elenco variado de optativas, todas elas oferecidas pelo DCC)
·
Engenharia Elétrica
·
Engenharia de Controle de Automação
Categoria 3: cursos que exigem Programação de
Computadores e Cálculo Numérico e que demandam outras disciplinas
optativas oferecidas pelo DCC
·
Ciências Atuariais
·
Engenharia de Minas
·
Matemática Diurno
Categoria 4: cursos que exigem Programação de
Computadores e Cálculo Numérico e não demandam outras disciplinas
optativas oferecidas pelo DCC
·
Engenharia Metalúrgica
·
Engenharia Química
·
Engenharia Civil
·
Física diurno
·
Geologia
Categoria 5: cursos que exigem apenas
Programação de Computadores e demandam outras disciplinas optativas oferecidas
pelo DCC
·
Engenharia de Produção
Categoria 6: cursos que exigem Introdução a
Informática e Programação de Computadores, e demandam outras disciplinas
ofertadas pelo DCC em seu conjunto de optativas
·
Estatística
Categoria 7: cursos que exigem Introdução a
Informática e Cálculo Numérico e não demandam outras disciplinas ofertadas pelo
DCC em seu conjunto de optativas
·
Matemática Noturno
Categoria 8: cursos que exigem apenas
Introdução a Informática, e não demandam outras disciplinas ofertadas pelo DCC
em seu conjunto de optativas
·
Física Noturno
·
Química Diurno
·
Química Noturno
Categoria 9: cursos que já eliminaram
quaisquer disciplinas ofertadas pelo DCC
·
Engenharia Mecânica Diurno
·
Engenharia Mecânica Noturno
Em resumo,
especificamente em relação às disciplinas oferecidas pelo DCC:
·
Os 3 cursos nas categorias
1 e 9 têm focos distintos e bem definidos: grande demanda sobre o DCC e nenhuma
demanda sobre o DCC, respectivamente.
·
Os 2 cursos na categoria
2 também têm objetivos bem claros:
demanda por cursos mais avançados
como AEDS e Análise Numérica.
·
O único na categoria 7, Matemática
Noturno, exige Introdução a Informática e Cálculo Numérico N,
por um lado deixando claro que seus alunos necessitam de computer literacy e por outro lado, solicitando
uma disciplina de cálculo numérico dada de modo diferenciado em relação ao
usual.
·
Os 3 cursos da categoria
8 têm focos bem definidos: demandam apenas a disciplina básica Introdução a Informática,
necessária para computer literacy.
·
Os 10 cursos distribuídos nas categorias 3 a 6 não deixam claros seus objetivos ao demandar
disciplinas do DCC e, na nossa avaliação, merecem aprofundamento da análise e
atitude pró-ativa por parte do DCC junto aos colegiados didáticos respectivos,
visando identificar com precisão sua real necessidade. Mais especificamente:
a. Engenharia de Produção – único na categoria 5 - tem a
característica de obrigar o aluno a fazer a disciplina DCC001
- Programação de Computadores, não tê-la como pré-requisito para nenhuma outra
disciplina do curso, e ter em seu conjunto de optativas as disciplinas AEDS I e
Análise Orientada a Objetos.
Este é um
exemplo forte da falta de informação ocorrida quando não se declaram
pré-requisitos: muito dificilmente um aluno sem base em programação orientada a
objetos terá sucesso em fazer uma disciplina como Análise Orientada a Objetos.
b. Estatística – único na categoria 6 – exige
como obrigatórias, porém sem relação de pré-requisitos, as disciplinas
Introdução a Informática e Programação de Computadores, possibilitando
distorções, já ocorridas, como o aluno
cursar Introdução a Informática após ter cursado Programação de Computadores.
Salientamos
que, segundo informação da coordenadora do colegiado deste curso, Profa. Glaura da Conceição Franco,
já está sendo providenciada a alteração na grade curricular – passarão a exigir
apenas Programação de Computadores.
c.
Os 8 cursos classificados nas categorias 3 e 4 exigem as disciplinas Programação de Computadores
e Cálculo Numérico sem que, entretanto, fique clara a necessidade delas em suas
grades curriculares. Mais que isto, também nem sempre é respeitada a relação de
pré-requisito existente entre estas duas disciplinas.
É comum ocorrer de Cálculo I e
GAAL serem ministradas em paralelo a Programação de Computadores e serem
pré-requisito para diversas outras disciplinas do curso. Igualmente comum é
que Programação de Computadores somente
seja pré-requisito para Cálculo Numérico e nenhuma destas duas disciplinas, em
geral, sejam pré-requisito para qualquer outra. Com isto, na hora do aperto,
vê-se o aluno investir em Cálculo I e GAAL, e deixar Programação de
Computadores de lado.
Pior ainda é o caso de as duas
disciplinas – Programação de Computadores e Cálculo Numérico - serem de tão
baixo peso na grade curricular do curso a ponto de serem as últimas disciplinas
cursadas pelo aluno. Ou seja, disciplinas
básicas serem cursadas apenas antes de o aluno se formar, indicando, no
mínimo, que há algo equivocado na proposta curricular. Este fato já foi
constatado em relação a alunos dos cursos de Geologia, Física Diurno e de
Engenharia Civil.
É importante observar as
diferenças de concorrência enfrentada pelos alunos dos vários cursos em foco,
consolidada no gráfico – Vestibular 2001:
Número de Candidatos por Vaga, apresentado no Anexo 2. Da mesma forma,
através da análise dos gráficos relativos à Primeira Etapa e à Segunda Etapa, fica evidenciado que o aluno pior classificado no vestibular para Ciência da Computação
ou para Engenharia de Controle e Automação ficaria bem classificado em qualquer
um dos demais cursos. Todos os três
gráficos são baseados nos dados da COPEVE referentes ao Vestibular
2001.
Esta constatação reforça a
necessidade de o aluno de outros cursos ser bem orientado sobre os
conhecimentos prévios que ele deve ter para fazer, com sucesso, disciplinas
específicas da área de computação.
No Anexo 3,
para cada curso, apresentamos os
gráficos de desempenho dos alunos do curso em foco, em todas as disciplinas do
período curricular. Estes gráficos foram baseados nos relatórios de “Desempenho
de Curso por Período Curricular”, referentes a 2001/1 e a
2001/2, obtidos junto ao CECOM/DRCA.
Em outras palavras, consideramos
como amostra para a análise de desempenho dos alunos de cada curso, os dois
primeiros períodos da turma que
ingressou na UFMG no primeiro semestre de 2001. Poder-se-ia questionar se este
não teria sido um período atípico devido à greve. Entretanto, as planilhas
originais enviadas pela Coordenação do Ciclo Básico e apresentadas no Anexo 1
indicam que não há diferença significativa entre estes semestres e os
anteriores à greve.
Em geral, constatamos que a retenção
obedece a um mesmo padrão em todas as disciplinas cursadas por uma determinada
turma, ou seja, não identificamos qualquer caso em que a retenção nas
disciplinas ofertadas pelo DCC tenha sido mais alta que a ocorrida em
disciplinas de outros departamentos.
Não obstante, consideramos que os
cursos Engenharia Civil, Engenharia de Minas, Engenharia Metalúrgica, Física Noturno e Geologia apresentam índices de retenção preocupantes – acima de 35% - como um
todo, sendo que, em geral, verificamos que os maiores índices são por infreqüência ou por trancamento de matrícula. Ressaltamos
que estes correspondem a 5 dos 8 cursos das categorias 3 e 4, para as quais
observamos não haver clareza de objetivos na inclusão das disciplinas do DCC em
suas respectivas grades.
Este trabalho tem de ser
aprofundado e realizado continuamente, não podendo ser episódico. Não obstante,
há dois problemas que podem ser enfrentados imediatamente, sem necessidade de
maiores estudos.
No que segue, identificamos o
problema, ressaltamos os aspectos que o evidenciam e sugerimos encaminhamento
para tratá-los.
Problema 1: As disciplinas Programação de Computadores e Cálculo Numérico e a real necessidade de
sua inserção nos currículos dos vários cursos.
Onde é evidenciado: Conforme visto nas grades curriculares,
apresentadas no Anexo 3:
·
Em nenhum dos cursos há demanda de qualquer destas
duas disciplinas como pré-requisito para quaisquer outras obrigatórias.
Ressaltamos que apenas no curso de Engenharia de Minas, Programação de
Computadores consta como pré-requisito para três disciplinas optativas,
conforme observado no diagrama da grade curricular.
·
Via de regra, estas duas
disciplinas aparecem nas grades curriculares há duas décadas, quando
ainda não existiam aplicativos de software específicos para as áreas, sugerindo
inércia tanto por parte do DCC quanto dos colegiados em mantê-las.
·
Alguns cursos revisaram suas grades mais recentemente
e, em relação a Programação de Computadores e Cálculo
Numérico, optaram ou por substituí-las
por disciplinas mais avançadas – AEDS e Análise Numérica, ou por eliminá-las ou ainda por substituí-las por
Introdução a Informática, neste último caso assumindo que sua necessidade é por
computer literacy.
Recomendação: Consideramos que é preciso reposicionar
o DCC junto aos colegiados dos vários cursos tomando, o DCC, a saudável
iniciativa de questionar se estas duas disciplinas realmente fazem parte da
formação básica dos estudantes. Para isto, sugerimos que a Coordenação de Apoio
ao Ensino, em parceria com as coordenações destas duas disciplinas, interaja
com os colegiados dos cursos incluídos nas categorias 3 a 6, identificadas
neste relatório.
Por exemplo, visando orientar os
debates sobre o problema, salientamos a necessidade de refletir sobre as
seguintes questões:
·
Faz sentido ensinar Programação de Computadores para
estes cursos? Um curso de 15 semanas nunca qualificou ou qualificará estudantes
para desenvolver programas de qualquer relevância. Por outro lado, aplicativos
como editores de texto, planilhas e apresentações, além de outros
especializados por área profissional são poderosas ferramentas de suporte ao
ensino de disciplinas e podem ser uma incorporação mais rica à formação dos
estudantes.
·
Em função de todas as modificações tecnológicas e da
disponibilidade de pacotes não seria mais adequado dar um curso de computer literacy?
·
As disciplinas dos vários ciclos profissionais são
ministradas com suporte de pacotes disponíveis no mercado? Quais? Qual é a
infra-estrutura computacional disponível?
A título de informação, durante o
mandato de Coordenadora de Apoio ao Ensino, conversamos a respeito deste
assunto com os coordenadores dos colegiados dos cursos de Estatística, Física,
Química e Engenharia de Produção. Todos eles consideram essencial buscarmos uma
solução ao problema, e se manifestaram muito disponíveis para debater o
assunto.
Problema 2: A definição das relações de pré-requisitos entre as disciplinas
ministradas pelo DCC, inclusive no bacharelado de Ciência da Computação, e o
cumprimento destas relações.
Onde é evidenciado: Conforme ressaltado nas grades curriculares
apresentadas no Anexo 3:
·
Vários são os casos em que uma mesma disciplina tem
pré-requisitos diferentes conforme o curso “cliente”, violando o óbvio
princípio de que pré-requisito é associado a
disciplina e não ao curso.
·
Em geral, disciplinas que seguramente exigem prévio
conhecimento técnico sobre algumas matérias – para não dizer disciplinas - são
incluídas no elenco de disciplinas obrigatórias ou optativas sem qualquer
exigência de pré-requisito.
Recomendação: É extremamente importante deixar claro que o conceito
de pré-requisito se refere à disciplina e não ao curso: em outras palavras,
quem define o pré-requisito é o ofertante da
disciplina e isto independe de a que curso ela seja oferecida.
Isto posto,
sugerimos que a Câmara do DCC:
·
Solicite enfaticamente aos professores de cada disciplina ofertada pelo DCC para
que revejam com rigor a explicitação de pré-requisitos para sua disciplina
ou, no mínimo, indiquem com clareza
quais são os conteúdos técnicos essenciais de serem dominados para que o aluno
tenha sucesso na disciplina.
·
Exorte os representantes do DCC nos vários colegiados
para que tenham um papel pró-ativo visando melhor orientar a escolha de
disciplinas demandas ao DCC.
·
Ao dar anuência a solicitações de disciplinas do DCC,
garanta que sejam respeitadas as relações de pré-requisitos das
disciplinas.
Finalmente, dentre as atividades a
serem feitas a médio prazo para aprofundamento desta
análise, destacamos a avaliação do desempenho dos alunos dos vários cursos nas
disciplinas optativas ofertadas pelo DCC.
Acreditamos que o
empenho e sucesso de um aluno em uma disciplina depende de vários
fatores dentre os quais destacamos a base técnica do aluno e a percepção que
ele tem da necessidade da disciplina em seu curso, em geral baseada no peso da
disciplina no curso.
Reforçamos a sugestão de que o DCC
reveja sua atuação junto aos vários colegiados didáticos de cursos e cumpra o
seu papel de entender as suas reais necessidades, orientando-os adequadamente,
e tornando mais eficiente todo o processo de cooperação inter-disciplinar.
Estamos seguros em afirmar que esta é uma atitude que promove a flexibilização
curricular e o amadurecimento qualitativo dos nossos alunos.
Gostaria de agradecer à Tânia da
Silva, Secretária do Colegiado do Ciclo Básico do ICEx,
ao Josué dos Santos de Oliveira, Secretário do Colegiado Didático do
Bacharelado em Ciência da Computação, e à Cláudia Viana, Secretária do
Bacharelado em Ciência da Computação, pela ajuda na obtenção dos dados
originais junto ao CECOM, COPEVE, colegiados e DCC.
Categoria
composta por cursos específicos da área:
·
Grade
·
Retenção (planilhas e
gráficos)
(Exclusivamente
para o Bacharelado em Ciência da Computação, apresentamos os gráficos de
desempenho em todos os períodos para
semestres 2001/1 e 2001/2.)
·
Retenção (planilhas e
gráficos)
(Como o Bacharelado em Matemática
Computacional demanda disciplinas do DCC em vários períodos e este é um curso
do ICEx, apresentamos os gráficos de desempenho em
todos os períodos para os quais dispusemos de dados, para semestres 2001/1 e 2001/2.)
Categoria composta por cursos de engenharia com tendência a ênfase ou fortalecimento da área computacional:
·
Grade
·
Retenção (planilhas e gráficos)
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que exigem Programação de Computadores e Cálculo Numérico e que demandam outras disciplinas optativas oferecidas pelo DCC:
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Retenção (planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que exigem Programação de Computadores e Cálculo Numérico e não demandam outras disciplinas optativas oferecidas pelo DCC:
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Retenção (planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que exigem apenas Programação de Computadores e demandam outras disciplinas optativas oferecidas pelo DCC:
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que exigem Introdução a Informática e Programação de Computadores, e demandam outras disciplinas ofertadas pelo DCC em seu conjunto de optativas:
·
Grade
·
Retenção (planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que exigem Introdução a Informática e Cálculo Numérico e não demandam outras disciplinas ofertadas pelo DCC em seu conjunto de optativas:
·
Retenção (planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que exigem apenas Introdução a Informática, e não demandam outras disciplinas ofertadas pelo DCC em seu conjunto de optativas:
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
·
Grade
·
Retenção
(planilhas e gráficos)
OBS.: Os dados relativos a 2001/1 não estão disponíveis.
·
Retenção (planilhas e gráficos)
Categoria composta por cursos que a já
eliminaram quaisquer disciplinas ofertadas pelo DCC:
[1] Chefe do Departamento: Prof.
Roberto da Silva Bigonha, Sub-Chefe: Prof. Marcos Augusto dos Santos